30 de abril de 2008

Reminiscências de um Gago em seu Exílio (Parte 10): Meus Heróis


Quando criança, nunca consegui me identificar com heróis de desenho animado. Hoje consigo. Sem sombra de dúvidas são o Batman e o Wolverine. Acho os dois muito parecidos. Muito secos e objetivos. Não sou tão sarcástico nem tão forte quanto eles [pelo contrário], mas como os heróis são aquilo que desejamos ser, tá valendo!





De todas as qualidades, as que mais me atraem são o carro do Batman e a moto do Wolverine! (Ainda terei meios de transporte tão modernos e equipados quanto)! Além da seriedade, coragem e eficiência. São eles que no final resolvem tudo e salvam o mundo. Mesmo quando estão cercado por outros grandes "ajudantes", como na Liga da Justiça e X-Man.




O que mais detesto é a casa do Batman - (ô lugarzinho escuro)! e a prepotência dos dois. Existem alguns que também são bons, mas são mais humildes, como o Super-Homem por exemplo. Se bem que já dizia o profeta: "Quem muito abaixa, mostra a bunda" [ou algo do tipo], querendo dizer que às vezes humildade pode ser sinal de fraqueza. E fracos eles não são.


Pra terminar esse papo de super-herói, acho que sou fã dos dois porque no fundo consigo enxergar os dois lados. As fraquezas e as qualidades. Como em qualquer um. Talvez isso me inspire e me faça pensar que qualquer um, inclusive eu, possa ser um Wolverine ou um Batman. Basta querer [e, para algumas coisas, ter dinheiro, porque aqueles veículos todos custam uma fortuna]!




29 de abril de 2008

Tenho Saudades...

Saudade é uma palavra única, cheia de sentimento e que só deve ser pronunciada quando de fato entendemos o seu mais correto significado...
Talvez... amanhã seja diferente. Todos os dias são diferentes. Mas amanhã quero que seja ainda mais diferente. Por razão nenhuma, apenas porque eu quero. Cultivar mais momentos Felizes, cortar mais um fiozinho da corda grossa que me prende ao passado, e me magoa os pulsos e os tornezelos, me impede de avançar. Cortar mais um fiozinho desta corda que já esteve enrolada ao meu pescoço, e consegui escapar. A parte mais difícil está feita... e ainda assim não foi fácil.

Tenho saudades: De conversar. De não ter medo. De não chorar quando acordo para mais um dia. Tenho saudades dos meus Amigos de Natal... :'( ... de rir até doer a barriga. De passear. Do Verão... De ter sentido o calor daquela pessoa especial. De ser abraçado de Coração. Tenho saudades de um sorriso franco dirigido a mim. De me ver nos olhos de outra pessoa... De não ter de fingir que sou Feliz, mas ser feliz.
Saudades de não ter saudades destas coisas tão básicas à minha Vida.

Pedido de dispensa do Serviço Militar





Um jovem escreveu a seguinte carta para o oficial responsável pela dispensado Serviço Militar.


"Prezado Oficial Militar:
Venho por intermédio desta, pedir a minha dispensa do serviço militar.
A razão para isso é bastante complexa e tentarei explicar em detalhes.Meu pai e eu moramos juntos e possuímos um rádio e uma televisão.

Meu pai é viúvo e eu solteiro. No andar de baixo, moram uma viúva e sua filha,
ambas muito bonitas e sem rádio e nem televisão. O rádio e a televisão fez com quenossas famílias ficassem mais próximas.Eu me apaixonei pela viúva e casei com ela. Meu pai se apaixonou pela filhae também se casou com esta.Neste momento, começou a confusão. A filha da minha esposa, a qual casou como meu pai, é agora a minha madrasta.Ao mesmo tempo, porque eu casei com a mãe, a filha dela também é minha filha (enteada).Além disso, meu pai se tornou o genro da minha esposa, que por sua vez é sua sogra.A minha esposa ganhou recentemente um filho, que é irmão da minha madrasta.Portanto, a minha madrasta também é a avó do meu filho, além de ser seu irmão.

A jovem esposa do meu pai é minha mãe (madrasta), e o seu filho ficou sendo o meu irmão.Meu filho é então o tio do meu neto, porque o meu filho é irmão de minha filha (enteada).
Eu sou, como marido de sua avó, seu avô. Portanto, sou o avô de meu irmão.Mas como o avô do meu irmão também é o meu avô, conclui-se que eu sou o avô de mim mesmo !!!Portanto, Senhor Oficial, eu peço dispensa do serviço militar baseado no fato de que a lei não permite que avô, pai e filho sirvam ao mesmo tempo.Em caso de dúvida, releia o texto várias vezes, ou tente desenhar um gráfico para constatar que omeu argumento realmente está inteiramente correto.

(a.) Avô, pai e filho."


Conclusão: O rapaz foi dispensado
Obrigado, Lost Star

26 de abril de 2008

Reminiscências de um Gago em seu Exílio (Parte 9)

Olhando para trás... Consegue se ver 10 anos atrás? Feche os olhos, puxe da lembrança. Como você era, o que fazia. Se você tem em torno de 15 anos, pode ser um pouco mais difícil. Lembra dos amigos que tinha e das pessoas que convivia? Dos tipos de problemas e das coisas que o deixava feliz? E seus sonhos, quais eram?Olha pro passado e veja quem te abandonou e quem permanece contigo. Lembre-se de quem você abandonou e se valeu a pena. O mesmo serve para aqueles que estão com você, até hoje. Veja quais sonhos se realizaram e quais foram frustrados. Valeu a pena ter escolhido o "sim" ao invés do "não" e vice-versa? Aquela chance que passou e você perdeu. Aquela pessoas que passaram e você quis perder. Aquele ou aquela que você escolheu, valeram a pena?

O que diria pra sí mesmo, se encontrasse seu outro "eu" de 10 anos atrás? Por onde pisar, com quem andar, por quem se apaixonar... Que profissão, emprego e caminho seguir. Quem deveria escutar, quem deveria proteger e, principalmente, por quem valeria a pena lutar. Diria pra não perder tempo com quem não quer ajuda e nem com quem não sabe amar. A não ter medo de quem late muito e pouco faz, nem baixar a cabeça se está com a razão. Não dar atenção pra quem quer tirar os meus sonhos, dizendo que sou incapaz de alcançá-los.Quem não queria mudar as coisas, atire a primeira pedra. Daqui a 10 anos, se olharmos para o "eu" de agora, também sentiremos vontade de dizer o que não deveria e o que deveria ter feito. Talvez, a lista seja maior. Porém, o passado não muda, ao contrário do presente e do futuro. Vamos nos manter focados em transformar o agora e o dia de amanhã.
Obrigado, Lost Star

A Morte em Harry Potter

Depois do lançamento de Harry Potter e as Relíquias da Morte, já podemos perceber a verdadeira lição que J.K. Rowling queria passar com toda a saga, aquilo que podemos extrair como ensinamento das mais de 3000 páginas de história, que levou aproximadamente 10 anos para se concluir.

A história, como diversas outras ficções infanto-juvenis, retrata a batalha entre o bem e o mal, onde o mal não é apenas personificado por Lord Voldemort, mas sim por todo o desejo e ação que acaba prejudicando o próximo. Isso é bastante legal em Harry Potter, pois um mesmo personagem pode possuir características bem peculiares que não o qualificam como sendo totalmente bom ou mau. Porém, como Dumbledore fala: “São nossas escolhas que mostram quem realmente somos, muito mais do que nossas habilidades”. É frente a acontecimentos decisivos que o personagem revela o seu verdadeiro caráter.


Rowling, mesmo escrevendo essa saga que é, aparentemente, para crianças, não evitou utilizar a morte como elemento dramático. Seus personagens morriam para mostrar esse lado real e palpável da história, mostrando de forma bastante coerente que a morte é inevitável e imprevisível, algo que não se pode entender e que, mesmo assim, devemos continuar a nossa jornada.


Tudo começa com Lord Voldemort, um bruxo brilhante, mas que não consegue entender que a morte é parte essencial da vida. Ele a enxerga como uma punição, algo indecente e impróprio para seres evoluídos como os bruxos, por isso reserva todos os seus esforços para evitá-la e impedi-la. Ao fazer esse ato antinatural, ele próprio se transforma cada vez mais, tornando-se mais um monstro do que um humano, e ainda assim não percebe o dano que está causando, sobretudo, a si mesmo.


Por ser um comportamento que não obedece à ordem original da vida, quase todas as soluções para se preservar a vida por mais tempo acabam carregando carmas que afetarão para sempre quem se utilizar de tais métodos. A Pedra Filosofal era mais um problema do que uma solução para o seu dono. As Horcruxes, além de serem peças feitas de forma completamente egoísta e repulsiva, corriam o sério risco de causarem danos quase irrecuperáveis à alma do bruxo. E por fim, se tornar um fantasma provavelmente deveria ser um tormento eterno.


Mas em contrapartida, temos Harry Potter e Alvo Dumbledore, dois bruxos igualmente extraordinários que se opõem a Voldemort. Nós, por acompanharmos a visão de Potter da história, somos gradativamente levados a compreender a morte e suas conseqüências na mente humana. Um menino que cresce sob a sombra e o medo da morte dos pais e de si próprio vai entendendo, conforme o desenrolar da história, que a morte é algo inevitável. Quando Cedrico morre(livro 4), rápida e inesperadamente, temos contato com a primeira morte testemunhada da história. Quando Sirius morre(livro 5), JK quis mostrar que nem sempre temos completo entendimento do destino do mundo. Quando Dumbledore morre(livro 6), Harry finalmente entende que não deve se prender ao mundo ao seu redor e que a sua missão deve ser feita por ele e mais ninguém. É aí que nos deparamos com o momento mais bonito e complexo da trama: o sacrifício de Harry(livro 7).Enquanto os vilões enxergam a morte como punição, para o lado do bem ela representa sacrifício, um pagamento pela paz e felicidade dos outros, um poderoso gesto de altruísmo. Dar sua vida pelo próximo se provou, durante toda a série, ser um ato tão grandioso que os mais incríveis acontecimentos só ocorreram graças a ele.


Amor? Eu ouvi alguém dizer amor? Sim, amor! Pois aí está o modo como o amor vence o mal. Gostar tanto de alguém, que se é capaz de desistir da própria vida para dar uma chance a essa pessoa, é a chave para o entendimento da obra e um feito que o mal nunca vai entender. Por esse motivo era tão necessário que Harry fosse morto pelo próprio Lorde Voldemort.O sacrifício de diversos personagens causou aquilo que foi a vitória dos “mocinhos”. O amor de Lílian(Mãe) por Harry o salvou da morte. O amor de Dumbledore por Potter e por Hogwarts salvou a ambos da destruição. O amor de Snape por Lílian protegeu Harry e ele próprio de Lord Voldemort. E o amor do herói por seus amigos e companheiros causou a queda do mal e a vitória do bem. Todos se sacrificaram por um BEM que consideravam MAIOR que a própria vida.


Em Harry Potter também aprendemos que o amor é algo que não se impõem, ele simplesmente é conquistado. Dumbledore percebeu, anos depois de sua associação com Grindewald(livro 7), que o sacrifício pelo BEM MAIOR era algo irreal, utópico. Ele deve ser voluntário, livre, para surtir o real efeito de mudança. Era preciso que Harry soubesse da verdade e caminhasse com os próprios pés rumo ao seu destino.


A fábula dos “Três Irmãos”(livro 7) nada mais é do que o encantamento de todas essas idéias. A morte não pode ser vencida e nenhum dos irmãos está vivo para provar o contrário, não é? O Mestre da Morte nunca foi aquele capaz de resistir à morte, mas sim quem…


“(…) não procura fugir da Morte. Ele aceita que têm que morrer, e entende que existem coisas bem, bem piores em viver do que em morrer.” (Dumbledore, Cap 35, Livro 7).


Aqueles que lutam freneticamente contra o inevitável, é para eles que há punição. Mesmo Harry lhe dando a chance de sentir remorso e se curar, Voldemort o ignorou e agora é obrigado a “viver” naquela forma atrofiada chorosa que vimos durante a conversa de Harry e Dumbledore(livro 7). Agora, se ele finalmente se remoeu ou é só frustração, acho que dificilmente saberemos.

24 de abril de 2008

Sonho: A loirinha profeta

Sonho estranho, macabro e engraçado!!! (pelo menos pra mim)
O sonho:

"Eu, meu primo Alan e algum outro amigo(a) ((que mudou constantemente durante o sonho)) estávamos num quarto ((da casa da minha avó, acho)). Era madrugada, mas havia uma boa iluminação. Eu sabia que haviam mais pessoas em algum outro cômodo, mas não vêm ao caso.Uma menininha loira (bem parecida com uma menininha que eu conheço chamada Aghata), devia ter uns 6 anos, apareceu no quarto. Já percebi que não era uma menina comum, era lindinha, mas não era comum. Ela subiu nas costas do meu primo e do meu amigo, percebi que esta atitude fazia parte de algum ritual ou uma forma de possessão. A menina repetiu o ato em mim também. Agora não tinha mais volta, fomos "os escolhidos".A menina olhou para nós e nos mostrou um pequeno caderninho com algumas anotações e rabiscos(Death Note). Disse que tudo que escrevia era uma profecia que, com certeza, iria se confirmar.

Fiquei assustado, mas, junto com os outros presentes, comecei a ignorar a criança, que disse, subitamente, tranquilamente e sorrindo:

- Vocês vão morrer!A força daquelas palavras pareceu fazer com que acreditássemos na menina instantaneamente, mas continuamos a brincar com o fato.

Eu disse à ela:

-Sim, vamos morrer algum dia, você também vai, todos vão.

A resposta da menina:

-Já estou morta.

Do nada, a menina se transformou num furão, se eu não me engano, e continuou:

-E você será o primeiro dos 3... Vai morrer agora.

No segundo seguinte eu comecei a girar rapidamente pelo ar, como se estivesse num furacão. Suspenso, girando, girando. Vou morrer, vou morrer. Caio no chão. Ainda vivo. O furão/menina me diz:

-Rá, te enganei, irá morrer mais tarde!"


¬¬"


Éeee... Hehehehe no final isto era um sonho dentro do meu sonho, quando "acordei" narrei exatamente isso para o Eli pretoo, meu amigo... hehehehe, para então acordar de verdade.

23 de abril de 2008

Pré-conceito

O pré-conceito de algo é por si só uma atitude estúpida que demonstra a ignorância de quem a carrega. Desprezar, maldizer ou julgar o que não se conhece (e o que não se faz questão de conhecer) é passar um atestado lavrado em cartório de burrice retrógrada.

A pré-disposição de pré-julgar o que se desconhece muitas vezes vem de uma educação cultural vazia e medíocre que impede que os pensamentos se elevem a um estágio onde pesquisar se torna mais necessário que expressar uma opinião sem base, apenas pelo prazer de dizer o que bem lhe vier à ponta da língua. Ou mesmo de uma necessidade tacanha e egocêntrica de auto-afirmar o ego abalado e pouco trabalhado que muitos consideram em si mesmos como orgulho e sabedoria, a sabedoria estúpida e rasa de quem não conhece um trabalho, uma obra ou uma pessoa antes de julgar se tal é digno de nota ou não.


Vejo em fóruns de discussões, no ORKUT e em outros sites uma presença em massa de criaturas que se consideram pensantes, execrando trabalhos que mal ouviram falar, dando a eles alcunhas preconceituosas numa mistura de despeito e desinteresse em saber antes do que se trata. Mais uma vez encarando como ‘atitude’ ofender, criticar de maneira mal educada e desarrazoada sem contribuir em nada para melhorar, certamente porque por não conhecer não se sabe exatamente com o que se pode colaborar. É mais fácil maldizer e tentar humilhar através de escrita na web, do que fazer algo realmente construtivo a partir de uma opinião contrária.


Aliás, não tenho nada contra opiniões contrárias, muito pelo contrário, acho-as saudáveis e quando discutidas com educação e bom senso, dão luz a assuntos ricos e proveitosos. O que me dá náusea e repulsa é a ignorância de quem fala sem conhecer, de quem xinga achando que está criticando... E pior! Acham que ofender é um direito, quando na constituição está claro que a liberdade de expressão é um direito, mas a difamação é um crime.

Claro que não espero que pessoas que mal sabem criticar uma obra que nem mesmo foi divulgada vá entender de leis....


...Seria a mesma coisa que esperar que um burro voe.

10 de abril de 2008

Se eu não te encontrasse


Se eu não te encontrasse
Nem sentisse este amor
Eu jamais iria supor
Que a vida é o maior bem

Se eu jamais te visse
Desde o dia em que eu vi
Não veria que você
É o que faltava em mim

Hoje há tanta falsidade
E terror no ar
Eu só vejo a verdade
Ao olhar
No seu olhar

E quero agradecer
Tantas coisas me fez ver

E o destino
Quis que eu te encontrasse.

4 de abril de 2008

Death Note em tirinhas 2

Como sempre eu estava navegando no Blog do Guilherme Briggs, onde ele publicou mais tirinhas feitas por um fã de Death Note. São muito espirituosas e deliciosas de se ler. Ele traduziu do inglês e adaptou no Adobe PhotoShop os diálogos. Agora, Light Yagami parte para o ataque, atirando pra todos os lados! Escondam suas mulheres! Para quem quiser conhecer mais do trabalho de SILENT REAPER, o artista que desenhou e criou essas tirinhas, é só clicar AQUI para visitar a galeria divertida dele.

Clique na imagem para ampliar!



3 de abril de 2008

The Legend of Zelda: O Filme

Olha, fazia tempo que eu não via uma coisa tão bacana para um 1º de abril. Sou assumidamente fã de jogos de todas as gerações. Desde a época do Atari, Master, Mega e Snes, até a nova geração. Saudoso como sou, de vez em quando caio dentro de uma pasta no meu Mp3 e fico escutando músicas clássicas de jogos, como de “Donkey Kong”, “Super Mario World”, “Final Fantasy 7″ e o fantástico “The Legend of Zelda: Ocarina of Time”. Este último é considerado por muitos como o melhor jogo de aventura da história dos games. E eu sou um deles! Trilha sonora fantástica, jogabilidade fantástica, mundo fantástico, estilo fantástico, história fantástica e personagens fantásticos.

Pois bem, nesse dia em que todo mundo soltou coisas sem graças em suas páginas, a IGN (o maior portal de jogos do mundo) liberou uma matéria com um vídeo dizendo que era o trailer de “The Legend of Zelda: The Movie”. Para minha surpresa, não só estava bem elaborado, como ascendeu uma luz com uma possibilidade de adaptação para as telonas. O vídeo tem algumas figurinhas conhecidas do mundo da televisão, mas o que chama mais atenção é como os efeitos especiais estão bem feitos. Só em escutar as músicas do jogo com personagens live-action, já foi o suficiente.


Aperta o PLAY abaixo e comenta:

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