29 de outubro de 2011

Clássico infanto-juvenil brazuca será adaptado ao cinema

O Mistério do 5 Estrelas foi o livro que despertou o meu gosto pela leitura, e esse clássico da literatura infanto-juvenil brasileira, vai virar filme. A RT Features comprou os direitos sobre a obra para uma adaptação cinematográfica.

"O sonho da vida da viúva de Marcos Rey, a Palma, é assistir a essa história nas telas", comentou o produtor Rodrigo Teixeira.

O livro, parte da inesquecível Coleção Vaga-Lume, teve 5 milhões de unidades vendidas. A trama é ambientada no Emperor Park Hotel, um luxuoso cinco-estrelas de São Paulo. É lá que um homem é assassinado no quarto 222. Mas o único que viu o corpo foi Leo, um simples mensageiro. Mas ninguém acredita em suas histórias. Ele é apenas um garoto e seus inimigos são poderosos.

A produtora vai começar agora a conversar com diretores para o trabalho.


Vi no site Omelete

25 de outubro de 2011

Japoneses inventam moto movida a cocô

Uma empresa Japonesa lançou uma novidade para os motociclistas. Uma nova moto repleta de acessórios. Mas o maior de todos é a função banheiro. Ela é movida por dejetos humanos e você mesmo produz o seu combustível enquanto pilota. A moto chamada de Neo (Não é o cara de Matrix) é fabricada pela empresa Toto (Que coisa não... O_O'), e ela é na verdade uma privada de rodas.

Segundo as informações do fabricante ela ainda emite luzes, com energia gerada através do cocô, e toca músicas para te ajudar a relaxar (Que fofo... ^_^') e a "produzir (Acredite se quiser) combustível". A moto já está rodando em testes pelo Japão . Ela está passando pelo país indo até Nakatsu, onde vai parar num penhasco local que é famoso por ter o formato de uma bunda (¬¬').


image
image

image

Vi no Blog "As Quentes do Cachorro"

23 de outubro de 2011

E, se você só tivesse mais seis minutos de vida?

Esse texto eu li no Facebook do meu amigo João Oliveira e que agora vou compartilhar com vocês.

SEIS MINUTOS

Para que este texto tenha seu efeito e proporcione a melhor experiência possível, peço que desligue o celular e leia sem interrupção até o final. Serão seis minutos exatos.

... Início:

Algo ocorreu. Um forte barulho pode ser ouvido e, na sequência as paredes dobraram sobre você. Está tudo escuro. O entulho, do que antes foi uma construção, prende o seu corpo por inteiro tornando impossível qualquer movimento. A cabeça está livre, mas o espaço é diminuto, cheio de poeira. O ar está acabando.

Você tem, apenas, cinco minutos e trinta segundos de vida.

A percepção que a vida está terminando é nítida. Neste instante os pensamentos começam a surgir numa velocidade incrível. Não há vontade de gritar. Não há nenhum barulho lá fora, parece que todos tiveram o mesmo destino. Então, ninguém irá escavar em sua busca e, mesmo se isso ocorrer, várias horas seriam necessárias para chegar neste ponto exato do desmoronamento. O ar que restou nesta pequena bolha escura só garante, agora, cinco minutos de vida.

Cinco minutos de vida.

Quais foram as coisas que você quis fazer e adiou? Sempre pensou que haveria tempo para tirar umas férias, assistir aquele filme que você comprou e ainda está lacrado na estante, passear na beira de um rio, namorar um pouco mais com a pessoa amada. Tudo sempre deixado para depois. Qual, dessas atividades gostaria de estar fazendo agora? Que arrependimento bate mais forte em sua cabeça? O que deveria ter feito e não fez? Seus pensamentos podem lhe dizer, agora que a vida termina, quais são as coisas que teriam mais importância durante sua existência e não foram experienciadas porque sempre havia algo mais importante, sério e urgente: trabalho.

Só restam, agora, quatro minutos e trinta segundos de vida

O aperto é tão intenso que não é possível inspirar mais fundo, mesmo se isso fosse possível, só iria consumir mais ar e acelerar o processo de morte. Os olhos estão abertos, mas é como se a visão não existisse, tamanha a escuridão ao redor. Apenas a cabeça está livre. Todo o corpo está comprimido pelos tijolos, concreto, madeiras e muita poeira, o que causa uma forte irritação nos olhos; no entanto, como os braços estão presos não existe meio para que as mãos toquem o rosto buscando alívio na retirada deste seco pó. O incomodo só é menor quando sua mente volta a imaginar o que poderia ter sido a sua vida.

Restam, agora, quatro minutos de vida.

O dinheiro? Será que alguém usará aqueles trocados que você passou a vida acumulando na conta bancária? Nem é tanto dinheiro assim, serviria para uma viagem ou um carro novo, havia planos para alguns jantares em bons restaurantes. Nada disso ocorreu, foram preteridos pelo desejo de se preparar para um momento pior na vida. Este é o momento! Como o dinheiro pode lhe ajudar agora? Não existe dinheiro nenhum no mundo que possa aumentar o ar que resta nesta prisão compacta. Nem todo ouro, nem toda prata, dólares, palácios, nada que existe pode ter algum valor onde está agora.

Três minutos e trinta segundos de vida.

Sede. Agora surge a sede. Os lábios estão secos, o pó encheu sua boca e você começa a tossir. Na imaginação muitas imagens: onde estão os seus amigos e parentes? As pessoas que fizeram parte da sua vida, o que terá ocorrido com elas? Algo lhe incomoda, lembrou de conhecidos que, por um motivo ou outro, foram deixados de lado ao longo do tempo. Diferenças banais que, agora, não tem sentido algum. Amigos esquecidos que mereciam ou poderiam ter lhe dado perdão. Neste momento, não se envergonha de chorar. As lágrimas não caem, elas formam uma crosta em contato com a camada de pó que cobre o rosto.

Você tem, agora, apenas três minutos de vida.

O que poderia ter sido feito da sua vida? Quais são as pessoas que mereciam mais atenção e carinho? Quem poderia ter sido mais acolhido pelas suas palavras? Qual delas merecia ter sido mais ouvida? Em que tempo o abraço poderia ser dado como um pedido de desculpas? Nada disso importa agora. Você, neste instante, pensa em Deus. Será que existe mesmo um lugar após a morte? Silenciosamente, conversa com o Senhor. Sua prece é caótica, sabe que o tempo é mínimo. Tantas desculpas por coisas não feitas e, por fim, neste momento, descobre que não cometeu tantos erros assim. Os pecados (que de fato existiram) não foram intencionais. Apenas atos ligados a falta de maturidade ou inexperiência. Uma onda de paz invade o seu corpo.

Dois minutos e trinta segundos de vida.

Um segundo sem pensar em nada. Provavelmente, por falta de ar, você teve um pequeno desmaio e, como se acordasse de um pesadelo, se dá conta que isto é real. Sua vida está terminando neste instante. O que faria se lhe fosse dado mais um dia? Aonde você iria? Com quem falaria? A mente não para. Já há aceitação que a morte é presente, não existe revolta nem raiva, apenas uma vontade de fazer diferente. Mais um segundo sem pensar em nada e o cérebro volta a imaginar dias felizes no passado. Estranhamente estes dias, que agora são floridos em sua mente, não foram percebidos assim quando ocorreram. Tudo parece melhor e maior agora.

Dois minutos.

Se tivesse sido mais forte ou mais gentil naqueles momentos. Poderia ter dito a verdade, ou mentido, para não causar dor. Tantas pessoas que foram presentes e você ausente. Onde estão agora? De que valeu as brigas sem sentido? Infantis decisões de adiamentos, sempre pensando que haveria tempo para consertar depois. O mundo se foi, o momento seguinte pode ser o nada. Com sorte será lembrança na memória de alguém. O que você fez, em sua vida, que levará seu nome adiante? Qual pessoa poderá dizer no futuro que estar com você foi importante para ela?

Um minuto e tudo terá terminado.

Silêncio na mente, a falta de ar tirou a sanidade. Trinta segundos restam de sua vida neste buraco escuro. Pense agora, você mesmo, o que poderia ter feito de diferente, até agora e ainda não fez?

Sinto muito: você morreu.

Conclusão:

Provavelmente ainda há tempo para mudar o rumo do curso de sua própria existência. Muitas pessoas não tiveram a oportunidade de fazer uma reflexão no real momento final de suas vidas. Todos sabem que a hora de partida é certa, no entanto, nem todos estão se preparando como se, de fato, isto possa mesmo ocorrer.

Tome o tempo de volta, ligue seu celular, existe alguém esperando sua ligação.

Boa e longa vida.

Este texto nasce de uma livre inspiração ofertada por John O. Stevens em seu livro “Torna-se Presente” da Summus Editorial.


Texto de João Oliveira
Psicólogo CRP 05/32031
Diretor de Cursos - ISEC
Assine o Newslist:
isec_news-subscribe@yahoo.com.br

4 de outubro de 2011

Frase do Mês

"A vida é como degraus de escada. Uma hora você desce, outra hora você sobe, e vai chegar um momento que você cai. Então você percebe que mesmo caindo, nunca desistiu de subir."


(sdpm)

Aluado Blog Tumblr

SocialVibe